sábado, 15 de outubro de 2011

Oração com perseverança




Oração com perseverança





introdução




Irmãos é impossível caminharmos a nossa caminhada cristã, sem fazermos uso constante da oração. A oração é o nosso sustentáculo; a oração é quem nos coloca de pé em nossa caminhada. A oração é o nosso pão de cada dia, que vem do céu; ou seja, o nosso maná. A oração é a nossa arma contra os nossos inimigos diários. Na caminhada espiritual é impossível vencer, uma batalha se quer, sem estarmos de joelhos no chão.
Podemos afirmar: o pedreiro usa a colher; o carpinteiro, o martelo e o serrote; o marceneiro, o formão, a plaina e o serrote; o cirurgião, o bisturi, o advogado, as leis. Mas, o cristão deve usar os joelhos no chão, se desejar ser vitorioso em seu ministério. É uma pena que as reuniões menos freqüentadas, são as reuniões de oração. O ibope dessas reuniões está muito abaixo do esperado.

O NOSSO TEMPO DE ORAÇÃO:

• O Apóstolo Paulo, escrevendo a Igreja de Colosso, ordena: “Perseverai na oração, vigiando com ações de graça”. Perseverar na oração, não é orar de vez em quando; não é orar quando eu tiver tempo; quando eu me levantar mais cedo; quando for possível. Não é isso que o Apóstolo está falando. Sua palavra é perseverai na oração. A palavra perseverar quer dizer persistir, conservar firme num propósito, fazer com constância, dar continuidade, levar a sério o que se está fazendo. É isso que o Apóstolo está dizendo: Leve a sério o seu tempo de oração; o seu tempo com Deus. Fazendo assim, estaremos nos tornando mais íntimos de Deus. Orar é conversar com Deus. E, conversar é a forma mais eficaz de um relacionamento. Pelo diálogo, conhecemos e somos conhecidos.
• Vigiando com ações de graça. Vigiar significa estar atento, vigilante, cuidadoso, estar em sentinela, observar atentamente. Mateus registra as palavras de Jesus no capítulo 26:41: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação”. Percebemos aqui também, nessa recomendação de Paulo, para que não façamos da nossa oração apenas um momento de petições, ou intercessões. Devemos neste momento de oração, reservar uma parte da nossa oração para rendermos a Deus a nossa gratidão pelo que Ele é e também por tudo o que tem nos feito. A oração de gratidão, de louvor, de adoração, de celebração a Deus, ela não só agrada a Deus, mas também nos faz crescer e reconhecermos quem de fato somos nós e quem é Deus. Quando temos consciência da nossa pequenez em relação à soberania de Deus, podemos louvá-lo com alegria; podemos dar a ele a adoração que ele é merecedor.
• A igreja deve orar pelos seus líderes.
Outra recomendação de Paulo é para que a Igreja de Colosso ore também suplicando a Deus que abençoe o seu Ministério. Vejam que Paulo não pede por ele mesmo, mas que Deus abra as portas para que ele possa pregar a palavra a muitas pessoas. Este não é um pedido egoísta, mas um pedido para que o Senhor abençoe o seu Ministério. Ele não está pensando em si mesmo, mas está pensando nas pessoas que o Senhor haveria de salvar.
É muito comum as pessoas pedirem orações por elas mesmas, ou pelos filhos, marido, esposa, mãe, ou outro parente qualquer. Mas esse pedido de Paulo é para que a Igreja ore pelo seu Ministério. No versículo quatro, Paulo dá outra justificativa para a oração: “Para que eu o manifeste como devo fazer”. Ou seja: Paulo deseja fazer a obra de Cristo, segundo a vontade de Deus e não como eventualmente ele pudesse ter preferência. O seu desejo é ser dirigido pela vontade de Deus. Este é um cuidado que todos nós precisamos ter na realização da obra do Senhor. A vontade precisa ser a de Deus e; jamais a nossa.
• Devemos ser simpáticos com os de fora.
Sabemos que, para propagarmos o Evangelho de Cristo, precisamos ser pessoas simpáticas, que cativam a amizade das pessoas. Precisamos sempre ter em mente que somos instrumentos de Deus e, como tais, precisamos ter um comportamento de quem é portador da graça de Cristo. Há pessoas que mesmo se dizendo conhecedoras da palavra, portam-se como se não tivessem nenhum relacionamento com Deus. Assim, vivem sempre de mau humor; se lamentando da vida; buscando culpados para os seus fracassos. Nesse caso é melhor nem perguntarmos como vão; mas sim, onde dói!
• Palavra temperada.
Creio que podemos pedir ajuda as nossas donas de casa, que estão mais acostumadas com o preparo do alimento para a família. Imagino que um alimento bem temperado é aquele que a pessoa que está preparando tenha sensibilidade de medir bem as dosagens de cada tempero, para que aquele alimento fique apetitoso. O alho, a cebola, o sal, ou outro tempero qualquer. Todos estejam na medida certa. Paulo está falando aqui sobre a palavra temperada. Creio que poderíamos traduzir esse ensinamento do Apóstolo, como sendo palavra ponderada, inteligente, de incentivo, amável, esperançosa. Creio que uma palavra assim é aquela que antes de ser pronunciada deve ser processada em nossa mente, e verificarmos se tais palavras vão repercutir de forma agradável nos ouvidos da outra pessoa, ou se serão objeto de discórdia. Uma palavra lançada pode produzir efeitos positivos para as pessoas. Mas, também pode produzir efeitos

destrutivos e às vezes até irreparáveis.

CONCLUSÃO:

Vimos neste pequeno texto de Paulo algumas coisas interessantes: Vimos que é muito importante estarmos em oração. Não aqueles poucos momentos de oração, do tipo: Senhor, obrigado por este alimento; em nome de Jesus Amém. É claro que estas orações também são importantes e devem ser feitas sempre. Mas não podemos nos limitar a estes momentos de oração específicas. Precisamos criar o hábito de estarmos na presença de Jesus para que possamos estreitar o nosso relacionamento com ele. É bom também para estarmos intercedendo por outras pessoas e principalmente pela liderança da Igreja, como: Pastores, Presbíteros, Diáconos, Professores etc. Tiago diz que a oração do justo pode muito em seus efeitos. Mas, precisamos gastar também o nosso tempo de oração em momentos de gratidão, adoração, louvor, ações de graça.




marcos vinivius fideles de almeida



DEUS abençoe a todos




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